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Descrição
Ruptura No centro da composição há uma fenda, como se a própria realidade tivesse se rompido e aberto a luz por dentro. As frias superfícies cinzentas se separam e cedem lugar a um fluxo saturado de cores, dos violetas e azuis profundos ao brilho dourado e flamejante. As formas escuras texturizadas lembram rochas ou ruínas, mas não são estáticas, parecem crescer, estendendo-se para cima em direção a essa fonte de energia. Há uma sensação de movimento, de tensão interior… e ao mesmo tempo uma estranha calma. Esta obra é sobre o momento da ruptura. Sobre como na mais profunda pra