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Descrição
Alguns dias são demasiado barulhentos. Demasiado rápidos. E depois há Aquele que sussurra. Uma paisagem silenciosa que não chama a atenção para si mesma, mas para si próprio. Um quadro que não exige palavras, apenas um momento de paragem. Está tudo nele: o ar da manhã, o vento leve, a luz suave. E a calma que talvez se prometa há muito tempo. Pendurá-lo-á onde quiser respirar. Talvez no quarto. Talvez no escritório. Talvez junto à mesa onde começa o dia. E a cada olhar lembrar-lhe-á que mesmo no caos é possível encontrar espaço para si próprio. Não se trata