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Descrição
Sob a pele trabalha com o motivo da árvore como corpo. O tronco aqui não aparece apenas como forma natural, mas como eixo portante, artéria e fonte de tensão interior. A estrutura dourada emerge do fundo escuro como uma força viva que não pode ser totalmente suprimida. A pintura fala de camadas que permanecem no interior. Sobre a memória do corpo, crescimento, desejo, pressão e traços que não são visíveis à primeira vista, mas ainda determinam a direção. A árvore carrega em si fragilidade e energia instintiva. Não é apenas símbolo da vida, mas também daquilo que continua a crescer sob a superfície. N