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Descrição
A obra parece um fragmento de uma civilização há muito desaparecida, cujos vestígios se vão dissolvendo lentamente no tempo. A estrutura em camadas, os tons escuros e terrosos e os lampejos de azul, verde e dourado criam a impressão de um achado arqueológico escondido sob camadas de pó e memórias.
A obra fala da fugacidade do poder, de impérios que outrora pareciam eternos, mas que, no fim, se transformam todos em pó. Imperium Pulvis é uma metáfora visual do tempo, da extinção e da beleza que perdura mesmo após o desmoronamento das grandes histórias.
Para a sala de estar e o quarto. Combina com antracite, metal e madeira escura. A luz lateral realça a profundidade do preto.
Original.