Motýlek (Gravata-borboleta)
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Descrição
O círculo não tem um canto onde a história se pare.
A cera escorre tanto para o centro como para a borda. A borboleta não precisa de estar desenhada na totalidade; basta um movimento, o pó na asa, o ponto onde a luz se refrata. O ferro de engomar deixa um rasto que o pincel não consegue deixar.
À distância, um disco silencioso na parede.
De perto, cera derretida, uma gota, a borda da tela sem moldura ou com ela, dependendo de como estiver pendurada. Para o quarto e para o corredor. A tela redonda pede uma parede livre, não o retângulo apertado de um roupeiro.
Original